Marcha do 1º de Maio dos Trabalhadores denunciou a falta de água e a exploração da classe trabalhadora

Dirigentes do SINDISAN presentes na marcha

A marcha do 1º de Maio de Luta Unificada da Classe Trabalhadora de Sergipe reuniu mais de dois mil trabalhadores, que ocuparam as ruas de Aracaju, saindo do Bairro 18 do Forte em direção ao Bairro Industrial, para denunciar a privatização da água e o colapso no abastecimento; cobrar redução da jornada de trabalho sem redução de salários, com o fim da escala 6×1; o combate ao feminicídio; o enfrentamento à pejotização; pelo fortalecimento das negociações coletivas e a regulamentação do trabalho por aplicativos.

O SINDISAN, mais uma vez, se fez presente, com seus dirigentes representando a categoria e se somando às vozes contra a privatização e a mercantilização da água e em defesa do direito da população ao abastecimento regular.
Sobre a marcha unificada das centrais sindicais e seus sindicatos filiados, o presidente da Central Única dos Trabalhadores de Sergipe, Roberto Silva, foi categórico.

“O nosso 1º de maio foi um dia extremamente importante de unidade da classe trabalhadora. Desde 2014 que, em Sergipe, a gente constrói a luta unificada do movimento sindical, social e estudantil. Com unidade, temos construído grandes lutas, e seguiremos assim”, avaliou.

“Mesmo com a nossa resistência e diálogo com a população, mostrando quais seriam os impactos negativos da privatização, a água foi privatizada. E, hoje, o povo sergipano sofre com a falta de água em todo o estado. É uma combinação que afeta a vida da classe trabalhadora e está gerando muita revolta”, declarou Roberto Silva.

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